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Mais tutoriais, mais pessoal. Um novo blog para dissertar sobre andamento dos projetos...
Mais tutoriais, mais pessoal. Um novo blog para dissertar sobre andamento dos projetos...
Meu primeiro framework para a smallweb :)
A maior parte da web moderna foi desenhada para capturar atenção, coletar dados, empurrar métricas, fabricar vício e transformar qualquer gesto humano em matéria-prima para plataforma.
Quem instala o OpenClaw pela primeira vez quase sempre cai na mesma armadilha: querer explorar tudo em dois dias.
Dá para usar o OpenClaw para montar um agente de atendimento, qualificação e coleta de dados. Mas não se engane.
Durante dois anos, o mercado inteiro vendeu a mesma fantasia: um chat mais elegante, uma interface mais polida, um texto mais bonito, uma voz mais natural. Só que, no fundo, quase tudo continuou preso no mesmo lugar. Você perguntava, a IA respondia.
Ser cético não significa negar o mérito técnico. O Paperclip acerta em alguns pontos importantes.
Vamos ser honestos: não é a mesma coisa. Dizer que “os dois funcionam offline” apaga uma diferença estrutural real. Um é local-first. O outro está tentando compensar, depois, o fato de não ter nascido assim.
Prevista para abril de 2026, a nova plataforma criada por Pablo Murad nasce com uma ideia simples e rara: fazer a internet voltar a parecer um lugar vivo.
Tem lei que nasce para resolver problema real. E tem lei que nasce para render manchete, acalmar pânico moral e jogar a conta da incompetência regulatória no colo de usuário.
O OpenClaw parece coisa de ficção científica: um “cérebro” de IA que conversa por chat, lembra do que aconteceu ontem e ainda controla desde o seu PC até um humanoide de verdade.
Não tenho medo do vibe coding. Quanto mais gente puder programar, melhor: isso multiplica ideias, acelera experimentos e cria oportunidades para quem sabe transformar caos, curiosidade e prompts em software útil.